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PRESERVAR A UNIDADE

A voz do pastorCaros amigos, em nossa Profissão de fé dizemos: “Creio na Igreja, una…”, ou seja, professamos que a Igreja é única e que é em si mesma unidade. Ao mesmo tempo, ao olharmos para a universalidade da Igreja Católica no mundo, descobriremos que ela abrange todos os Continentes: muitos povos, línguas e culturas.

O Compêndio do Catecismo da Igreja Católica nos diz que a Igreja espalhada pelo mundo “tem uma só fé, uma só vida sacramental, uma única sucessão apostólica, uma comum esperança e a mesma caridade” (n. 161).

“A Igreja é una” por sua fonte, que é o mistério do Deus Uno e Verdadeiro; por seu fundador que é Jesus Cristo, único Filho de Deus, único mediador entre Deus e os homens; e por sua alma, isto é, o Espírito Santo que habita o coração dos fies e rege toda a Igreja. (cf. Catecismo, 813)

Contudo, é preciso reconhecer a existência de muitos que, alimentados por suas próprias convicções, se apresentam como “especialistas”, e põe em perigo a fé de todo o rebanho. Estes, defendendo suas ideologias fazem sofrer a unidade da Igreja quando em discursos, muitas vezes desprovidos de fundamentos, mantêm posturas separatistas. Não podemos nos deixar enganar, todo aquele que não respeita os legítimos vínculos de unidade, ferem a própria identidade católica.

Diante de toda tempestade, se faz necessário buscar um ponto de referência e segurança. Por isso, cabe-nos, em união com a Mãe Igreja, buscar viver a firme doutrina deixada por Cristo e testemunhada pelos Apóstolos afim de que nossa fé não seja abalada.

O testemunho da história atesta que a Igreja de Cristo sofreu muitas investidas contra sua unidade e universalidade. Mas, segura na promessa do Senhor à Pedro (Mt 16,18) a Barca da Igreja navega tranquila em meio ao turbilhão das ondas revoltas, confiante de que toda crise sempre redundará num melhor conhecimento da fé, na firme adesão ao Evangelho e na propagação do Reino de Deus.

Importante lembrar que a unidade, desejo inerente ao coração de Jesus (Jo 17, 21), manifesta-se sensivelmente na profissão, na celebração comum do culto divino e na sucessão apostólica (cf. Catecismo da Igreja Católica, 815). Nestes três vínculos, reconhecemos a união com o Sumo Pontífice que, em sua função ímpar de intérprete autêntico da fé e em sua potestade singular na cura das almas, manifesta-se como o “perpétuo e visível princípio e fundamento da unidade, quer dos Bispos, quer da multidão dos fiéis” (LG 23).

O Catecismo da Igreja Católica ao falar sobre as feridas da unidade, relembra as palavras de Orígenes, grande teólogo do século III: “onde estão os pecados, aí está a multiplicidade (de crença), aí o cisma, aí as heresias, aí as controvérsias. Onde, porém, está a virtude, aí está a unidade, aí a comunhão, em força disso, os crentes eram um só coração e uma só alma” (n. 817).

Por este motivo, é urgente trabalhamos em favor da unidade cultivando em nosso meio as virtudes da prudência, temperança e caridade. Evitando a confusão comum no seio dos grupos separados em que se multiplicam as facções, cada vez mais litigantes entre si, polarizando e dividindo o único corpo de Cristo.

A verdadeira tradição da Igreja nos atesta que, em tempos de turbulência, o correto é confiarmos na firme profissão de fé do Apóstolo Pedro, que hoje é o Papa Francisco. Sobre ele repousa a graça de estado de conduzir a Igreja e confirmar-nos na fé católica (cf. Lc 22, 31-32).

Dom Edney Gouvêa Mattoso, Bispo Diocesano de Nova Friburgo

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PARÓQUIAS DA DIOCESE

 

Pensamento da Semana

 O que nos dá alegria e nos aproxima de Deus devemos buscar para os irmãos.

Dom Edney Gouvêa Mattoso