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Vida e Obra do 3º Bispo de Nova Friburgo - Depoimentos

 

DEPOIMENTOS Dom Edney

Dom Edney, Bispo Diocesano de Nova Friburgo

“Dom Rafael foi o 3º Bispo de nossa Diocese, embora por um tempo relativamente curto, mas o suficiente para deixar um grande legado, principalmente no campo da promoção das vocações. É obra dele o Seminário Diocesano Imaculada Conceição, que hoje abriga um número considerável de jovens e que, de fato, perpetuou a sua memória. Foi como que a assinatura de Dom Rafael em nossa Diocese. É evidente que sua obra não se esgota ao Seminário. No Regional leste I, na Igreja do Brasil, ele foi uma figura destacada, de modo especial junto à Pastoral Familiar, com todo seu empenho e dedicação - a própria publicação da Hora da família, que é de sua autoria. Lembro também a Pastoral da Juventude, os universitários, enfim um ministério episcopal de 27 anos vividos intensamente na plena doação a Cristo e aos irmãos.”

 

DEPOIMENTOS Dom Jose Francisco

Dom José Francisco, Arcebispo de Niterói

"Conheci Dom Rafael Cifuentes quando ele ainda era Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro e Presidente da Comissão Vida e Família da CNBB. Para mim, o testemunho de Dom Rafael foi o de um ministro de Deus entusiasmado pelo Reino. As suas palavras calorosas, a sua proximidade para com as pessoas, a sua competência para escrever livros sobre os mistérios da fé e da vida humana, o seu testemunho de alegria mesmo em meio às dores, revelavam o homem de Deus que se deixou modelar pela Palavra de Jesus e O serviu com muito amor e alegria na Igreja. Agradeço a Deus pelo dom que ele foi para a nossa Igreja".

 

DEPOIMENTOS Dom Tarcisio

Dom Tarcisio Nascentes dos Santos, Bispo de Duque de Caxias

"Com vivo sentimento, expresso em poucas linhas o grande afeto e admiração que guardo da frutuosa convivência com o saudoso Dom Rafael Llano Cifuentes.

Já desde os meus tempos de padre, em Niterói, trago na mente e no coração os ensinamentos e legado de sabedoria que Dom Rafael nos deixava em suas reflexões por ocasião de pequenos encontros organizados para os sacerdotes... era marcante o seu entusiasmo! Foi também através dele que me foi proporcionada a oportunidade de continuar os estudos eclesiásticos, em Roma.

Relevante também o empenho dele no cuidado e formação das famílias, gerando em mim grande interesse em dedicar, no exercício ministerial, especial espaço a elas, como Igreja doméstica – berço da evangelização.

Com vivo contentamento, a seu convite, ministrei aulas de Teologia Fundamental e Sistemática no Seminário Maior de Nova Friburgo.

E, motivo de grande honra, selando nossa amizade com eterna gratidão, Dom Rafael foi um dos bispos consagrantes na minha ordenação episcopal, ocorrida em 18 de abril de 2009, no Ginásio Dom Bosco, dos Salesianos, em Niterói-RJ.

Irmanados no Senhor, possamos passar pelo mundo abraçando as coisas que não passam".

 

DEPOIMENTOS Dom Antonio Augusto

Dom Antônio Augusto, Bispo Auxiliar do Rio

“Conheço Dom Rafael há exatos 50 anos e tenho uma grande admiração por ele. Aprendi muitas coisas, como cristão, sacerdote e Bispo. Sua vida foi, não só pra mim, mas pra muitas pessoas, um facho de luz que nos indicou o caminho que devíamos seguir. Penso que nesse momento em que já se encontra na presença de Deus, ele aumentará essa luz para que consigamos fazer pelo menos uns 50% do que ele fez em favor da família, da juventude, dos sacerdotes, dos universitários, das pessoas mais carentes. Realmente ele teve uma vida muito ativa. Mais do que ninguém merece aquilo que dizemos quando celebramos missa de corpo presente: ‘Descanse em paz’".

 

DEPOIMENTOS Dom Luiz Henrique

Dom Luiz Henrique, Bispo Auxiliar do Rio

"Conheci Dom Rafael no Seminário São José. Era um grande professor de Direito Canônico, mas aquilo que mais me chamava atenção era sua alegria contagiante - a alegria de ser padre, de ser um dedicado pastor no ministério espiscopal. Com certeza isso nos transmitiu todo aquele fervor e o desejo de ser fiel como ele foi. Que agora ele possa participar das alegrias do Senhor, a quem tanto amou e se dedicou".

 

DEPOIMENTOS Mons. Vicente Ancona

Monsenhor Vicente Ancona, Vigário geral do Opus Dei no Brasil

"Minha experiência de ter vivido muitos anos ao lado de Dom Rafael é a de um homem extremamente alegre, otimista, entusiasmado, que conseguia dar um tom positivo e divertido a todas as coisas. Pessoalmente o considerava um grande narrador. Era alguém que gostava daquela expressão ‘vamos matar no peito’, ou seja, matar o problema no peito e sair jogando. Torcia para o Flamengo, gostava muito de futebol e usava as expressões dessa modalidade esportiva, como ‘fazer o meio de campo’, ‘entrar de carrinho’, ‘lutar por uma bola dividida’. Usava essas expressões nas pregações, porque realmente sentia esse entusiasmo.

Dedicou-se com grande garra e entusiasmo à construção do Seminário de Nova Friburgo - uma paixão pra ele. Procurou ajuda econômica em todos os lugares, batia em todas as portas e sabia arrancar o dinheiro das pessoas, falando da importância da generosidade com Cristo, com a Igreja. Assim, ninguém sabia dizer ‘não’ por conta da alegria e do entusiasmo de como pedia.

Enfim, um homem de muita oração, carinho e paixão, que também sabia consolar nos momentos dificeis e de dor”.

 

DEPOIMENTOS Pe. Benedito Montenegro

Pe. Benedito Montenegro, sacerdote Opus Dei

"Foi uma experiência fantástica, porque vivi toda essa vibração e empolgação de Dom Rafael no começo da obra aqui no Rio de Janeiro, em 1975. Foi para nós uma força muito grande, que nos ajudava a superar as dificuldades, sobretudo nos impulsionando a rezar. Era um homem de muita oração, e tinha sempre esse viés de nunca se sentir derrotado ou desanimado".

 

DEPOIMENTOS Pe. Luiz Fernando Sintra

Pe. Luiz Fernando Sintra, sacerdote Opus Dei

"Meu contato mais intenso com Dom Rafael já se deu nos últimos anos de sua vida, e chamava-me atenção a fidelidade com que cumpria suas práticas de piedade diárias. Era muito exigente até nos menores detalhes - se faltava alguma coisa, já ficava preocupado em não acabar o dia sem aquilo. Quando já havia perdido a fala, não tinha mais controle sobre sua vida, nos organizamos para ajudá-lo a fazer seu plano de vida: uma espécide de quadro branco onde anotávamos suas práticas e revezávamos… uns rezavam o terço, outros faziam um tempo de meditação, outros liam a Palavra, outros, ainda, a Liturgia das Horas. E assim vivíamos aquilo que gostaria de viver se tivesse domínio de si mesmo e pudesse fazer as coisas como gostava de fazer".

 

DEPOIMENTOS Pe. Marcus Vinicius

Pe. Marcus Vinicius Macedo, Vigário Geral de Nova Friburgo e Pároco da Catedral de São João Batista

"Dom Rafael sempre me chamou atenção com a capacidade de observar os pequenos detalhes, guardando as histórias do que lhe relatávamos. Quando pensávamos que havia esquecido do assunto, sempre dizia: “estou rezando por aquilo que me contou”. Outro dado marcante era o entusiasmo de como acompanhava seus dirigidos espirituais. Vibrava com as vitórias e não desanimava com as quedas. Era de um otimismo sobrenatural fora do comum".

 

DEPOIMENTOS Ignacio Onzono

Ignacio Iñguez de Onzono, arquiteto, Numerário do Opus Dei no Brasil desde 1975

"Dom Rafael tinha muito bom gosto, gostava de decoração, de distribuir as coisas nas casas - aprendeu muito com São José Maria, que tinha vocação para arquiteto, mas cursou Direito. Uma pessoa que nunca se deu bem com máquinas de escrever, muito menos computadores. Ele escrevia rapidamente, de uma maneira muito paticular: fazia anotações de várias cores em suas fichas, em diversos momentos.

Era um homem de muita criatvidade, que possuía uma imaginação fertil e, quando trabalhava com outras pessoas, estava sempre atento àquilo que poderiam sugerir. Costumava dizer: ‘Poxa, nunca vi uma coisa igual. Faça! Confio!’. Tinha uma personalidade forte, mas não era inflexível.

Era um homem de uma saúde invejável. Pregava muito e quase nunca perdia a voz. Não sei como fazia - celebrava a missa todos os dias, às vezes mais de uma vez ao dia, fora o atendimento pessoal, e falava em alto e bom som! Acho que foi uma graça especial que Deus o concedeu… a graça de uma boa saúde".

 

DEPOIMENTOS Andreia Gripp

Andréia Gripp, jornalista, consagrada da Comunidade Shalom, que trabalhou com D. Rafael na Pastoral da Juventude e no Instituto Pró-Família

"Ele foi um grande apóstolo: um homem apaixonado por Deus, que nos envolvia nesse imenso amor divino. E também um grande pai de família. Uma família que ele soube construir ao longo dos seus anos de sacerdócio. Não deixou que se perdesse nenhum dos filhos e filhas que Deus lhe confiou.

Eu o conheci em 1994, foi meu diretor espiritual por uns 10 anos. Possuía grande humildade e docilidade. Era extremamente humano e amava sua humanidade e, por isso, foi o homem mais santo que conheci. Ao ficar nervoso ou se irritar com alguma coisa - se por esse motivo alterava o tom de voz e reclamava de algo - ia depois à capela, ficava lá por algum tempo, tirava do bolso seu terço e rezava. Voltava e, olhando bem dentro dos nossos olhos, pedia perdão. Depois nos abraçava e morria ali todo o mal".

 

DEPOIMENTOS Aline Venturi

Aline Venturi, cantora católica, amiga de Dom Rafael

"Em 2001, Dom Rafael celebrou a Crisma em minha paróquia. Cantei “Espírito Santo”. No final da missa, veio até a mim, já sabia meu nome e também que aquela música era minha. Tornou-se sua música preferida! Deu-me seu telefone e me convidou pra servir ao seu lado nas missões. A partir dali nunca mais fui a mesma. Ele me ensinou, me formou, me impulsionou, me levou mundo afora. Cantei mil vezes “Espírito Santo” pelas ruas de Roma, ao seu lado. Ele parava tudo. Reuniões, jantares... e pedia: “Aline, canta Espírito Santo pra mim?”. E cantava junto sempre.

Supresa minha foi quando lançou seu livro “A Força e a Suavidade do Espírito Santo” e contou nossa história de amizade no livro. Minha música está lá. Fez cartas e mandou para gravadoras do Brasil, a fim de que me lançassem. Não adiantou nada! (risos).

Celebrou meu casamento e ficou bravo por não batizar meus filhos! Ele amava lasanha da Parmê e sorvete de creme. A gente sempre comia. Que saudade! Dom Rafael pedia que eu fosse santa. Toda a sua garra e determinação mudaram a minha vida pra sempre. Um dos homens mais inteligentes que já conheci. Tinha-me como filha e jamais o esquecerei".

 

DEPOIMENTOS Renata Curi

Renata Curi, engenheira cartógrafa, cooperadora do Opus Dei, participou das Pastorais da Juventude e Universitária, e foi dirigida espiritualmente por Dom Rafael

"Se eu tivesse que eleger uma virtude que mais admirava em Dom Rafael seria a humildade. Foi desconcertante e inspirador estar presente e vivenciar algumas situações que demonstravam essa virtude: secretário pessoal de um santo (São José Maria Escrivá), escritor renomado, Bispo Auxiliar na Arquidiocese do Rio de Janeiro, dentre outros títulos; vivia no Santuário da Penha, local simples, cercado de pobreza e violência; vestia sob sua batina blusas tão surradas que tinham punhos e gola puídas, discretamente escondidas, e ainda ao “se oferecer” para ser meu diretor espiritual, pediu-me com delicadeza a honra de o ser; doava a renda de seus livros para a promoção de atividades da Pastoral Familiar e utilizava um carro popular básico, dirigido por ele mesmo, apesar de sua idade e do trânsito da cidade; quando de seu aniversário, pedia doações para os projetos que estava ajudando, e dificilmente retinha para si algum de seus presentes.

Tenho muita admiração por ele, meu pai espiritual, a pessoa que me fez e faz procurar a santidade!". 

 

DEPOIMENTOS Suzana Freitas

Suzana Freitas R. de Lima, cirurgiã-Dentista, que trabalhou no gabinete de Dom Rafael

"Dom Rafael entrou em minha vida no ano da minha Crisma e me adotou como pai espiritual. Ele passou a não ser somente o Bispo, a autoridade eclesiástica, mas sim um pai, amigo e confessor... alguém que se abria, partilhava.

Seu sorriso contagiante e sua simpatia atraíam a todos para perto de si. Seu lema episcopal era, então, plenamente justificado. Todos tinham abertura para falar com ele e, assim, também aproveitava para ‘pescar’ as pessoas para Deus.

Era disponível, importava-se com todos e posso afirmar que era incansável. Em diversos retiros de carnaval na Arquidiocese do Rio testemunhei o fato de que abria mão do almoço para atender as pessoas. Dizia-me: ‘Diga aos padres que estou com o povo, que não me esperem para o almoço’. Levava ao Maracanãzinho lotado suas palavras fortes e repetia aquele tão famoso bordão confiantemente: ‘Jesus Cristo ontem, hoje e sempre!’".

DOM RAFAEL: VIDA E OBRA

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Pensamento da Semana

 O que nos dá alegria e nos aproxima de Deus devemos buscar para os irmãos.

Dom Edney Gouvêa Mattoso