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SEDE: São Brás é celebrado na Paróquia Santa Teresinha

As celebrações a São Brás, popularmente conhecido como o protetor da garganta, aconteceram em diversas comunidades paroquiais. E na Matriz Paroquial Santa Teresinha, situada em Conselheiro Paulino – Nova Friburgo, não foi diferente.

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Na noite do sábado 3 de fevereiro, dia do santo, o templo paroquial ficou repleto de fiéis, participantes da Celebração Eucarística presidida pelo Pároco, Pe. Fernando Pacheco. Também estavam presentes o Diácono Permanente, Roberto Thurler, atuante nesta comunidade, e o Seminarista Paulo.

A benção das gargantas ficou reservada para os minutos finais da Santa Missa, momento no qual todos os partícipes receberam a benção por meio da imposição das velas bentas entrelaçadas sob suas gargantas.

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Sobre São Brás

São Brás era um homem corajoso, que cuidava dos fiéis na sua totalidade. Ele nasceu no final do século III, em Sebaste, na Armênia. Iniciou sua vida profissional exercendo a medicina, na qual era um bom médico, prestando sempre um ótimo serviço à sociedade. Mas, com o passar do tempo, São Brás entrou numa crise, sentido a necessidade da presença de Deus em sua vida.

Aos poucos ele começou a se abrir, buscar a Deus e foi evangelizado. Noutro momento de sua vida, discerniu que precisava se retirar, permanecendo no Monte Argeu em penitência, oração. Ao falecer o Bispo de Sebaste, o povo, conhecendo a fama do santo eremita, foi buscá-lo para ser pastor. Ele, que vivia naquela constante renúncia, aceitou ser ordenado Presbítero e depois Bispo; não por gosto dele, mas por obediência.

São Brás viveu num tempo em que a Igreja foi duramente perseguida pelo imperador do Oriente, Licínio. Diante deste cenário, o prefeito de Sebaste desejando agradar ao imperador, por saber da fama de santidade de São Brás, enviou os soldados para o Monte Argeu, lugar no qual ele fez sua residência episcopal. Ali ele foi preso e sofreu muitas chantagens para que renunciasse à fé. Mas por amor a Cristo e à Igreja, preferiu renunciar à própria vida, sendo degolado em 316.

Conta a história que, ao se dirigir para o martírio, uma mãe apresentou-lhe uma criança de colo que estava morrendo engasgada por causa de uma espinha de peixe na garganta. Ele parou, olhou para o céu, orou e o Senhor curou aquela criança.

Texto: Grasiele Guimarães
Fotos: Pablo Santos (Pascom Paroquial)
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Pensamento da Semana

 O que nos dá alegria e nos aproxima de Deus devemos buscar para os irmãos.

Dom Edney Gouvêa Mattoso